|
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, disse ontem que o Brasil deve seguir vacinando o rebanho bovino contra a febre aftosa no curto prazo. "Não tenho dúvidas que o Paraná e o Rio Grande do Sul são os estados que têm melhor condição de seguir Santa Catarina como área livre sem vacinação. Mas sou muito pé no chão, acho que não devemos abrir mão de vacinação enquanto não tivermos absoluta segurança", afirmou, após ser questionado a respeito do pleito do Paraná de ser considerado região livre da doença sem imunização.
Fonte: Diário de Cuiabá
|
|
Tornar o Brasil livre da febre aftosa com vacinação, até o fim deste ano, é meta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Para isso, estamos buscando o fortalecimento dos serviços veterinários oficiais nas regiões Norte e Nordeste, com a estruturação de escritórios, contratação e capacitação de profissionais e melhoria da vigilância. Além disso, desenvolvemos campanhas de vacinação diferenciadas, com agulha oficial em 12 municípios da Calha do Rio Amazonas e no Amapá”, ressalta o secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim. O ministério está realizando auditorias para avaliar o funcionamento dos serviços veterinários estaduais e as atividades desenvolvidas naquelas regiões.
Fonte: Mapa
|
|
A onda de frio dos últimos dias matou 2,93 mil cabeças de gado em Mato Grosso do Sul, conforme balanço divulgado ontem pela Defesa Sanitária local. Os prejuízos foram estimados em R$ 3 milhões e afetam fazendas de 15 municípios. A principal causa foi a hipotermia, quando a temperatura do animal fica muito abaixo do normal. O problema não afetou o Paraná, conforme o setor. O rebanho paranaense estaria mais adaptado ao clima frio.
Fonte: Gazeta do Povo
|
|
Diferentemente do que o leigo possa imaginar, a produção leiteira é uma atividade complexa. Os desempenhos produtivo e econômico são determinados por fatores como a alimentação, a genética, a sanidade, a reprodução, os diversos manejos, o bem-estar animal, os cuidados ambientais, entre outros.
Fonte:
|
|
Campo Grande/MS - Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), prorroga o prazo de 15 de junho, para 20 de dezembro, para que as pessoas físicas ou jurídicas que possuem eqüídeos possam se cadastrar na unidade da Agência. A nova portaria de número 2073/2010 foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), de 16 de junho.
Fonte: Governo do Mato Grosso do Sul
|
|
Criadores de gado de Mato Grosso do Sul estão preocupados com a redução no volume de chuva. As pastagens estão sofrendo bastante e ainda é preciso muita água para recuperá-las.
Fonte: Globo Rural
|
|
Queda na produção, perda de peso e outros efeitos negativos do frio podem ser evitados com algumas medidas de proteção aos aviários, em períodos de baixa temperatura. Com o objetivo de minimizar os prejuízos nessa época, pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) unidade Suínos e Aves, localizada em Concórdia/SC, apontam cuidados que devem ser tomados.
Fonte: Mapa
|
|
Dados do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) mostram que a vacinação contra febre aftosa no Estado atingiu 99,69%, do rebanho com idade de zero a 24 meses. Na primeira etapa de vacinação do ano foram investidos R$ 12,4 milhões por parte dos pecuaristas na compra de vacinas. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, a dose foi vendida em média a R$ 1,13, aumento de 2,72% ante o preço médio de 2009. Aqueles que não vacinaram o gado, terão que pagar multa de 2,5 UPFs, que representa R$ 82,50 por cabeça não vacinada.
Fonte: Valor Econômico
|
|
Das 11,59 milhões de bovinos com idade de zero a 24 meses do rebanho de 27,3 milhões de Mato Grosso, 11,55 milhões, foram vacinados de forma espontânea, isso representa 99,69% do rebanho que participa da etapa de vacinação do mês de maio. O resultado da vacinação contra a febre aftosa, em bovinos e bubalinos, de zero a 24 meses da Campanha Nacional de Erradicação da Febre Aftosa de 2010 foi divulgado ontem, pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT),órgão vinculado a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural (Seder).
Fonte: Diário de Cuiabá
|
|
São Paulo - O confinamento de gado bovino recuou em 2009 e deve voltar a cair este ano, de acordo com levantamento da consultoria Agripoint feito com os 50 maiores confinamentos do Brasil. A Pesquisa Top 50 BeefPoint de Confinamentos mostra que em 2009 esses estabelecimentos engordaram 1.322.764 animais, 17,3% menos do que haviam confinado no ano anterior - 1.599.465 bovinos.
Fonte: Valor Econômico
|
|
|