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Automação da Análise Sensorial e suas Repercussões no Agronegócio

26/09/2005

Desde o início da década passada a crescente viabilidade técnica e econômica dos computadores possibilitou notável automação dos processos em todos os setores da economia. Como conseqüência, a velocidade do avanço tecnológico tornou-se muito maior do que a capacidade de adaptação da sociedade, principalmente no tocante às questões trabalhistas e ao sistema educacional.

Em termos simples, automação é o uso de máquinas para comandar máquinas, desde o simples termostato da geladeira até o sofisticado robô industrial que substitui vários trabalhadores de uma linha de montagem. Considerada o mais longo passo do progresso tecnológico, a automação foi prevista por Aristóteles há 300 anos A.C. como um tempo em que ferramentas reunidas executariam per si o trabalho a que foram destinadas.

Nenhuma máquina tem a versatilidade e a criatividade do cérebro humano, o mais complexo aparato estrutural conhecido pela ciência. Atualmente, porém, em diversas atividades, as máquinas automáticas levam vantagens sobre o corpo humano e máquinas que exigem atenção humana. Alguns instrumentos realizam trabalhos que o homem nem mesmo poderia realizá-los em condições extremas de pressão, temperatura, radiação, contaminação e outras situações de risco de morte ou acidentes graves.

Os mais recentes e impressionantes avanços da automação têm ocorrido na área dos sentidos: audição, visão, tato, paladar e olfato. Sensores auditivos e visuais estão bem estabelecidos no mercado há vários anos e em diversas aplicações; avanços nessas áreas dependem mais da velocidade de processamento dos computadores e da sofisticação dos programas do que da evolução dos sensores. Mais recente, sensores táteis já estão sendo aplicados em robótica, biomecânica, aerodinâmica e mecânica dos fluidos. Por sua vez, sensores olfativos e gustativos estão em estágio menos avançado, principalmente os destinados à simulação das sensações humanas, porque sensores olfativos e gustativos são mais complexos que os anteriores, desde os transdutores até o processamento dos sinais. A ênfase aqui são para os sensores de paladar e aplicados a analise de bebidas de interesse para o agronegócio.

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João de Mendonça NaimeEnvie um email!
Pesquisador - EMBRAPA/CNPDIA

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  • monografia
    parabens! pelo trabalho que foi de grande valia para minha conclusão de curso
    Valvenagues - 28/10/12 11:51

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