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Competência - caminho do sucesso

25/11/2008

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A Gestão e Desenvolvimento de Competências apresentam-se em crescente evidência nos meios acadêmicos e empresariais no mundo de hoje. De maneira geral, a abordagem pode ser percebida no contexto da sociedade da informação, que abrange novas leituras sobre a realidade deste início de milênio. Nesse cenário, o conhecimento tende a ser visto como o grande recurso competitivo das organizações – principalmente aquelas que têm por missão desenvolver alimentos saudáveis, funcionais e de forma sustentável. Na área rural a Gestão de Competências pode contribuir para gerar e manter essa competitividade na medida em que permite alinhar as políticas e as práticas de Gestão de Pessoas às orientações estratégicas da organização. É possível, então, identificar as raízes teóricas da Gestão por Competências no campo das teorias da estratégia – cujo foco principal é mostrar como as organizações, de qualquer natureza, conquistam vantagem competitiva.

No âmbito geral, a Gestão de Competências apresenta-se como uma área de grandes desafios uma vez que se encontra em fase de consolidação nos cenários acadêmico e organizacional. A abordagem tem sido implementada de forma complementar a outras perspectivas gerenciais, como, por exemplo, a Gestão de Processos e a Gestão do Conhecimento. Além disso, está centrada em temas complexos como o conhecimento e o desempenho organizacional.

A gestão por competências firmou suas raízes teóricas no campo das teorias da administração estratégica. Essas teorias se inserem na fronteira entre a economia e a administração – área ampla e heterogênea denominada economia da organização. Essa área se distingue pela crença em pressupostos de equilíbrio e de maximização da teoria econômica neoclássica. A administração estratégica aborda a questão da vantagem competitiva, ou seja, trata do desempenho econômico das empresas.

Na visão de Heene e Sanchez, a administração estratégica é constituída de duas correntes principais: a teoria da organização industrial – com ênfase na Escola de Posicionamento Estratégico e a teoria baseada em recursos. A Escola de Posicionamento Estratégico é representada, principalmente, pelo modelo de Porter. Tal modelo trata das forças competitivas de mercado – concorrência, disputa, chegar na frente, sobrepujar o outro – o desempenho das empresas em uma indústria depende do comportamento dos agentes econômicos em relação a preços e custos. O grau de competitividade de uma organização, por sua vez, depende de cinco forças competitivas externas à indústria, são elas: fornecedores; concorrentes; potenciais; compradores; produtos substitutos. A organização estaria no meio de um conjunto de forças em que a luta não é apenas da empresa contra os concorrentes diretos, mas, também, contra fornecedores, clientes e potenciais concorrentes.

Em contrapartida à teoria de posicionamento estratégico, no final dos anos 80, surge a teoria baseada em recursos, que enfatiza a competência gerencial – aptidão ou capacidade de gerenciamento em uma empresa – em termos de construção e de criatividade – internas à empresa. Segundo essa abordagem, as fontes básicas para a vantagem competitiva – conjunto de fatores fundamentais que influem na diferenciação de produtos e serviços oferecidos por uma empresa dentro de um ambiente de concorrência econômica – são os recursos e as competências.

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José Carlos CairesEnvie um email!
Técncio de Nível Superior II - EMBRAPA/CPATC

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  • comercialização de frangos e ovos caipira
    estou para começar uma criação de frangos caipira e ovos caipira, mas preciso de uma cooperatia para escoar a produção,preciso de informaçoes,aguardo e agradeço
    JOSE DILVANE DE FIGUEIREDO - 10/09/13 10:30

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