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Comportamento Organizacional - Craitividade Perdida

04/06/2007

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B. F. Skinner – uma das figuras mais importantes no cenário da psicologia – consegui que um rato albino pressionasse um a barra de ferro, que liberava alimento, todas as vezes que estivesse com fome. O interessante é que quando o ratinho era colocado em outra situação experimental, em que era trocado o tipo de material da barra, o mesmo não mais a pressionava – mas após algum tempo ele se acostumava com o novo design da barra. O animal, através do condicionamento, operará no presente sob influência de sua conduta passada.

Na organização existem milhares de ratinhos albinos, a nível de direção, que tomam suas decisões com base nos fatos e experiências que deram certo no passado, mesmo que o cenário atual (barra) esteja em constante processo de mutação.

Ações feitas com certo êxito, há anos, são repetidas infinitamente. Nesse sentido as empresas cerceiam uma das mais nobres atividades do ser humano – a criatividade. Se alguém sugere algo novo e não possui poder legítimo ou de referência para sustentar a idéia, de imediato ela será alijada por pessoas que continuam fazendo, hoje, as mesmas coisas que faziam há vários anos. Inovar para que, vamos repetir o que já deu certo, este é o lema dos que hibernam na empresa – enquanto lá fora o mundo sofre diariamente mudanças no cenário político, econômico e social.

A mudança, além de causar pânico nos acomodados, traz um desconforto, visto que estes não querem correr atrás de fatos novos, mas sim viver à sombra do que ocorreu no passado.

Essa posição de acomodação tem sua origem em dois mo¬mentos: primeiro, quando o di¬rigente ainda está debutando na empresa, e copia o modelo de poder que está em moda naquele momento. Assim sendo se for orientado por um chefe tipo hibernador – fechado às inovações –, com certeza só poderá desenvolver uma postura também não inovadora.

Num outro momento, esse jovem que adentrou na empre¬sa vai esbarrar em setores da organização que fazem tudo igual – porque estão no nível da eficiência, e, como as coisas quase sempre dão certo (sob a ótica da eficiência), ele tende a agir da mesma forma, tentando trazer para sua área padrões, normas, procedimentos e dire¬trizes que deverão ser cumpridos e nortear todas as ações da área.

Imaginem uma postura desse tipo na área de marketing, melhoria de processo, atendimento ao cliente, vendas, negociação ou treinamento e desenvolvimento – colocaria, a curtíssimo prazo, a empresa num beco sem saída. Estas áreas citadas têm como padrão a eficácia, ou seja, não basta fazer o que tem para fazer (eficiência) – devemos fazer o que é estratégico no atingimento das metas da organização.

Quem pensa que as empre¬sas pequenas levam alguma vantagem sobre as macros, está totalmente enganado. O jogo de poder que manipula as no¬vas e boas idéias na empresa está menos presente nas pe¬quenas corporações; em com¬pensação o nível hierárquico mais reduzido faz com que toda idéia seja ceifada logo que é verbalizada – se não estiver em conformidade com os padrões do feudo a que pertence.

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José Carlos CairesEnvie um email!
Técncio de Nível Superior II - EMBRAPA/CPATC

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