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Comportamento Organizacional - Educando a Organização Rural

04/06/2007

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Interessante é notar como algumas palavras quando usadas indevidamente perdem seus significados com muita rapidez, como o caso das expressões: gerente, chefe, coordenador, supervisor e muitas outras. Vamos esclarecer: todo profissional que tem como responsabilidade desenvolver um determinado trabalho com a ajuda de outras pessoas (colaboradores) é, em última análise, um gerente – que terá, sempre, como missão gerir as metas organizacionais.

As empresas rurais e urbanas utilizam-se de vários nomes que, ao invés de facilitar, só dificultam a compreensão e assimilação do real papel dos gerentes. Aquelas que já detêm um certo grau de qualidade na prestação de seus serviços, só o possuem porque descobriram que seus gerentes representam o elo de ligação entre os interesses da organização e os dos empregados. Assim sendo, o fator preponderante é que todos, não importa seus apelidos – de capatazes a executivos – têm como responsabilidade preparar, treinar, orientar e formar os seus subordinados – desenvolver a nobre arte de educar a organização – principalmente a rural.

É totalmente falsa a idéia de que a área de Gestão de Pessoas, ou de Pessoal, como é mais conhecida, tem a competente tarefa de preparar (treinar) os indivíduos da empresa rural. Essa função compete aos gerentes: todo chefe, não importando sua posição na hierarquia, é um multiplicador de ensinamentos e posturas, em outra palavras: é um educador.

Mas como educar nossos subordinados? O ser humano aprende poucas coisas de cada vez. O problema central da aprendizagem dos adultos é fazer com que o novo conhecimento faça parte integrante da sua conduta diária. Aprender implica em mudança de comportamento. A maneira mais rápida e eficaz de se tentar mudar condutas é utilizar as técnicas do learning by doing – no qual aprendiz aprende praticando.

Duas constatações merecem a nossa atenção: a primeira está preza ao fato de que é muito difícil para um trabalhador rural separar o puro conhecimento, teoria, do que é eminentemente prático – utilizável. Existe uma tendência universal de se considerar que a teoria na prática é diferente. O fato é que nem sempre o treinando consegue entender o que está aprendendo e – o mais importante – não consegue ligar o novo conhecimento às necessidades de crescimento e atingimento das metas da organização rural. Portanto quando estamos ensinando uma tarefa para o homem do campo, precisamos decodificar e adaptar à realidade organizacional rural o conjunto de conhecimentos que pretendemos transmitir.

Ainda temos uma segunda constatação, a de que quando o indivíduo não tem interesse numa informação, sua atitude é rejeitá-la de imediato. Temos cegueira para aquilo que não nos interessa, mesmo que esteja diante dos nossos olhos.

Podemos, assim, depreender que o chefe (gerente) tem como função tirar a venda dos olhos dos subordinados e fazer com que eles compreendam qual o significado – para ele e para a empresa – do novo conhecimento a ser adquirido, das novas habilidade a serem desenvolvidas e das atitudes que devem ser assumidas.

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José Carlos CairesEnvie um email!
Técncio de Nível Superior II - EMBRAPA/CPATC

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  • gerente mofadinha
    ai esta uma coisa muito bem falada pois hoje a fazenda que da prejuiso e porque ta com este gerente nela e nao sabe o que fazer para tirar ela do vermelho, mas ele tem curso superior , diplomas e demais requisitos, onde um que nem eu que nao estudei nao tenho esta chanse de chegar a uma fazenda grande para fazer ela dar lucro , colocar o que ela tem para funcionar , tudo pranejado , mas com contas e realidades , e nao so com estudo mas sim com a mao na masa e no final do ano o patrao falar estou bem servido com meus ajudante e nao empregados , pois uma fazenda ,uma firma, em tudo na vid aprecisamos de pessoas que nos ajude , a montar um negocio que gire redondo onde a aniao faz a roda girar certinha , pois fazenda nao e mas fazenda e sim , uma firma , quer ficar na mentalidade de fazenda nao vai ficar mas no mercado. um grande abraso a todos do ramo da peruaria. atc cesar serafim
    Cesar Serafim - 09/06/09 19:12

  • gerente mofadinha
    ai esta uma coisa muito bem falada pois hoje a fazenda que da prejuiso e porque ta com este gerente nela e nao sabe o que fazer para tirar ela do vermelho, mas ele tem curso superior , diplomas e demais requisitos, onde um que nem eu que nao estudei nao tenho esta chanse de chegar a uma fazenda grande para fazer ela dar lucro , colocar o que ela tem para funcionar , tudo pranejado , mas com contas e realidades , e nao so com estudo mas sim com a mao na masa e no final do ano o patrao falar estou bem servido com meus ajudante e nao empregados , pois uma fazenda ,uma firma, em tudo na vid aprecisamos de pessoas que nos ajude , a montar um negocio que gire redondo onde a aniao faz a roda girar certinha , pois fazenda nao e mas fazenda e sim , uma firma , quer ficar na mentalidade de fazenda nao vai ficar mas no mercado. um grande abraso a todos do ramo da peruaria. atc cesar serafim
    Cesar Serafim - 09/06/09 19:12

  • Gerente, coordenador, capataz...
    Certa vez estava eu olhando descarregarem uma carga de cimento para uma construção e o motorista do caminhão trabalhava tanto quanto o "chapiado" no descarregamento. Intão indaguei.O salário de voces são iguais? responderam-me, não. O motorista ganha mais porque além de ser motorista ajuda a descarregar. Muito bem. Os empresários rurais, pelo menos os pequenos precisa de um gerente que regace as mangas e execute o que for preciso ser executado, ao mesmo tempo tenha conhecimento e facilidade de absorção de novos ensinamentos. Gerente almofadinha, ou só querer mandar está ruim de arrumar emprego no meio rural.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 18/05/09 07:52

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