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Comportamento Organizacional - Ousadia e Criatividade na Gestão de Pessas do Agronegócio

04/06/2007

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O mutável mundo de hoje, em que tudo acontece com uma rapidez incrível, só nos deixa uma saída no tocante à gestão das pessoas do agronegócio: ousar a mudança e incorporá-la em nosso trabalho de pesquisar, administrar e tentar melhorar a qualidade de vida no âmbito rural.

O desenvolvimento das relações de trabalho (tanto na área rural quanto na urbana) tem acontecido em pequenos passos – lentamente. A evolução política se processa no mesmo compasso. Analogamente, o desenvolvimento da função de gerir pessoas – como era de se esperar – ficou atado a esse ‘‘marasmo”. Vivemos, ainda hoje, os efeitos da era mecanicista nas práticas de Gestão de Pessoas. A idéia de capital humano é muito recente e vai demorar algum tempo para incorporar-se aos padrões da Gestão do Comportamento Organizacional. Estamos saindo de dentro das organizações, abandonando o aparato técnico, para olharmos ao nosso redor, procurando encontrar os caminhos a serem percorridos à luz dos novos cenários, e, principalmente, adotando práticas de Gestão de Pessoas implementadas por nossos concorrentes – surge a era da união de esforços no que tange à gestão do trabalho do ser humano. Já evoluímos bastante; entretanto, ainda temos muito pouca experiência em tratar e administrar as pessoas, principalmente na contexto da organização rural. A resolução dos problemas oriundos das mutações no cenário social, político e econômico – que representa um desafio para qualquer governo – traz consigo a redescoberta da era da prestação de serviços rurais.

A prestação de serviços na área rural, por sua vez, exigirá modificações profundas nas atitudes das pessoas. Todos, sem exceção, passarão, de uma forma ou outra, a comercializar serviços rurais, Assim, exigir-se-á cada vez mais dos executivos – principalmente o de Gestão de Pessoas – uma postura criativa, pronta a responder, de imediato, as dúvidas e sugestões de seus clientes rurais.

São poucos os técnicos da área de Gestão de Pessoas do Campo que já se dão conta de que precisam, a todo momento, negociar seus serviços com os colegas da organização e que os mesmos estão desempenhando, a cada dia e com mais rigor, o seu papel de usuário. Agora, mais do que nunca, se faz necessário a adoção de uma postura sinérgica no planejamento das ações de Gestão das Pessoas do Campo, para o atendimento das necessidades específicas de nossos usuários, uma vez que os mesmos possuem, hoje, hábitos, preferências, desejos e necessidades completamente diferenciados.

Todos os integrantes da organização rural (supervisores ou não) que realizam seus trabalhos através de outros colaboradores, são homens de treinamento, desenvolvimento e, como não poderia deixar de ser, também desempenham papel de suma importância no desenvolvimento de ações voltada a educação do homem campesino. A necessidade de delegar, planejar, dirigir, orientar, avaliar o desempenho, selecionar, etc, está intimamente ligada à busca da eficácia gerencial. Evidentemente que tal eficácia está vinculada também à busca de ações criativas, dentro de um processo gerencial participativo.

No seio das organizações rurais, duas posturas são essenciais nos dias de hoje: a primeira diz respeito a “ousadia organizacional” e a segunda ao uso do potencial criativo. Em primeiro lugar, analisemos esta última.

Para que condutas criativas possam ser instaladas no cenário rural é preciso que pratiquemos algumas ações facilitadoras – starts.

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José Carlos CairesEnvie um email!
Técncio de Nível Superior II - EMBRAPA/CPATC

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