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Importância do pré-melhoramento de plantas

27/05/2009

Durante décadas as instituições de pesquisa têm avançado na coleta, caracterização, documentação, conservação e intercâmbio dos recursos genéticos importantes para alimentação e agricultura. Com a ampliação dos acervos, faz-se cada vez mais necessária a intensificação dos esforços de valoração e uso da variabilidade neles representada, demonstrando à sociedade o valor do material genético conservado para o presente e para o futuro da humanidade (EMBRAPA, 2003). A cada ano aumenta-se o interesse por diversificação e agregação de valor à agricultura, com isso o objetivo do melhoramento genético se volta a cada dia para a diversificação de espécies, sistemas e processos

As atividades de pré-melhoramento têm sido discutidas e sugeridas para aumentar a eficiência dos programas de melhoramento ou mesmo para resolver problemas decorrentes do estreitamento da base genética de certas culturas.

Goedert (2007) relata que as ações de manejo e conservação em Bancos Ativos de Germoplasmas (BAGs) devem objetivar, dentre outros, tanto enriquecer a variabilidade genética disponível das espécies de interesse por meio de ações de coleta, introdução e intercâmbio, quanto caracterizar e avaliar o germoplasma em atividades de pré-melhoramento e divulgar esse conhecimento para uso em programas de melhoramento.

Segundo Valls (2007), as etapas de caracterização e avaliação de cada subamostra mantido nos BAGs são cinco: correta identificação botânica; elaboração de cadastro de subamostras disponíveis por acesso; caracterização propriamente dita de aspectos morfológicos, fenológicos, que consiste na anotação de caracteres botânicos de alta herdabilidade, facilmente visíveis e mensuráveis, e que se expressem consistentemente em todos os ambientes; avaliação preliminar, voltada para dentro da espécie, para busca de caracteres descritivos que conduzam à discriminação entre subamostras, também se utilizando marcadores moleculares e avaliação aprofundada ou complementar, com o aumento na intensidade de análise dos acessos individuais.

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Larissa Barbosa de SousaEnvie um email!
Mestranda em Fitotecnia - UFU

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