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Pesca profissional: desafios e oportunidades

17/12/2002

:. Do mesmo autor
O monitoramento da pesca no pantanal do Mato Grosso do Sul

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Reflexões sobre a pesca esportiva no pantanal sul: Crise e perspctivas

Conhecimento ecológico tradicional e manejo de pesca

Uma nova visão do manejo pesqueiro

Aspectos ecológicos e culturais da pescaria de anzol

Por: Agostinho Carlos Catella, Marco Aurélio Rotta

No Pantanal ocorrem mais de 260 espécies de peixes de grande importância ecológica e sócio-econômica para a região, sobretudo para o setor pesqueiro. Muitas informações sobre essas atividades vêm sendo obtidas desde 1994 pelo Sistema de Controle da Pesca de Mato Grosso do Sul - SCPESCA/MS. Por meio deste Sistema são obtidos subsídios para orientar a política estadual de pesca, identificando suas principais tendências e realizando um prognóstico sobre o uso e a conservação dos recursos pesqueiros, essencial para o planejamento das atividades.

Pesca Profissional

Atualmente, a pesca profissional reúne cerca de 2.900 pescadores no Pantanal de Mato Grosso do Sul, cuja captura registrada pelo SCPESCA/MS corresponde a cerca de 330 toneladas/ano. Todo esse pescado é comercializado fresco ou congelado, mas pode ser processado, obtendo-se maior rendimento e diversificando a oferta de produtos, tais como filé de peixe embalado e congelado, couro, peixe defumado e óleo, entre outros, gerando novos empreendimentos, mais postos de trabalho e qualificando a mão-de-obra local. A tecnologia de produção de couro de peixe e utensílios para vestuário, por exemplo, foi repassada recentemente para a população de Corumbá através de um projeto de "oficinas" do Governo do Estado, com o apoio da Embrapa Pantanal (Figura 1). Produtos como esses poderão ser oferecidos para turistas e pescadores esportivos que visitam a região, assim como as oficinas de processamento de pescado podem se tornar um roteiro turístico, a exemplo da Casa de Massa-barro em Corumbá.

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Agostinho Carlos CatellaEnvie um email!
Pesquisador - EMBRAPA/CPAP

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