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Porque sou favorável à soja transgênica - divagações de um pragmático

02/03/2002

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Não temos “vendido” nossos produtos do setor agropecuário, salvo raras e honrosas exceções. Por mais desagradável que seja dizer isto, é o que vem acontecendo. Eles são comprados. Em 2001 aumentamos substancialmente nossas exportações de grãos e carnes, o que permitiu que o resultado de nossa balança comercial não fosse vergonhosa. Graças à agropecuária.

Será que estamos mudando, que saímos vendendo produtos no exterior? Não é verdade. Continuamos a ser comprados. Como Januária, na bela composição do Chico, continuamos na janela, sem ouvir o apelo do mercado.

Os grandes produtores mundiais de soja estão plantando soja transgênica, exceto o Brasil. Como são, também, grandes vendedores, saem atrás dos negócios por todo o continente oferecendo seu produto.

Na outra ponta, os grandes compradores não querem soja transgênica. E o Brasil que, sem querer, sem planejar, por omissão (bendita seja...) continuou plantando à moda antiga, mas com maior produtividade, tem sido procurado para que venda soja natural. A China proibiu recentemente a entrada da soja transgênica. A União Européia também não a quer.

Os grandes produtores rezam todas as noites para aderirmos à transgênica. Isto acontecendo estaríamos, em relação ao mercado, nivelados, isto é, mais ou menos nivelados, porque nós não adubamos a nossa com subsídio e nem inventamos barreiras, como outros fazem.

Então eu me pergunto: Vamos plantar soja transgênica, só para facilitar o jogo de quem escolheu o momento errado de produzir intensivamente um produto para o qual a sociedade não esta preparada?

Será necessário alguém me convencer que o produto é melhor, mais colorido, é moderno, gera emprego para pesquisadores, é topo de linha etc? O fato de produzirmos o que o mercado deseja e compra, não é o suficiente?! Não é ser pragmático?

É por isto que, sob o ângulo do mercado, sou favorável à produção da soja transgênica... à produção da soja transgênica pelos nossos concorrentes...

Marcos Garcia JansenEnvie um email!
Diretor de Política Agrícola - SEAPA

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  • trangenica
    qual o beneficio e porque o descontentamento de algumas pessoas
    tania - 04/07/11 20:08

  • a limentação trangenico como a soja
    En quanto os grandes produtores pensar em grande lucros acurtos prasos ahumanidade v ai se acaba rapido devido as novas pragas que vai surgindo com o passa dos tempos a um seculos atras nos não tinha avs não tinha tantos complicasão de coração como nos dias de hoje. Vamos da um basta nisto enquanto ha vida em nós.
    Ronaldo - 03/06/11 21:27

  • balança comercial
    vcs deveriam coolocar a balança comercial de 2004 a 2009 em graficos,a minha escola sempre pede.
    yuri - 09/11/09 11:47

  • transgenicos
    Queria saber para que servem os transgenicos e os beneficios e maleficios.
    Daniella - 26/10/09 10:04

  • trangénico
    O que mais me preocupa hoje endia é o descaso das pessoas em relaçao avida na terra, de um lado eo desmatamento que distroi a natureza e provoca esse grande aquecimento global que tai prejudicando a saúde das pessoas em geral sabendo eles que, sem anatureza é impossivel axistencia da vida naterra. achando que tudo isso é muito pouco criaram os trangênicos para prejudicar mais avida do ser humano uma pergunta que nao quer calar, onde vamos parar contanta louura?
    Hornalicia - 06/10/08 01:54

  • TRANGENICOS
    A HUMANIDADE TEM DESTRUIDO QUASE TODA A TOTALIDADE DA NATUREZA, VISANDO APENAS LUCRAR-SE DE BENS MATERIAIS E, COMO ISSO NÃO MAIS BASTASSEM TENTAM ATRAVÉS DA TRANSGENIDADES ALTERAR O RITIMO DA PRÓPRIA NATUREZA VISANDO PRODUZIR E ACUMULAR MAIS RIQUEZAS. ATÉ QUANDO A HUMANIDADE IRÁ ENCONTRAR FORMAS DE GERAR SUAS PRÓPRIAS VAIDADES.
    EDMILSON - 01/10/08 15:06

  • trangenicos
    o que são trangênicos
    caique cortez de almeida - 11/09/08 10:09

  • trangenicos
    o que são trangênicos
    caique cortez de almeida - 11/09/08 10:09

  • O que produção trangênica os benefícios e os malefícios

    thayná - 30/08/08 10:49

  • trangenicos
    queria saber a opiniao de voces sobre trangenicos?
    gaby,bia - 30/08/08 03:34

  • transgenicos
    quero saber sobre os trangenicos
    LUCIMEIRE BARBOSA DOS SANTOS - 25/08/08 09:09

  • trangênicos.
    bom acho que trangênicos é um parte muito importante da física de hoje temos que compreender tudo o que ela fala e explica sobre esse assunto,fala também das reações alérgicas dos pontos positivos e negativos do que é trangênicos,fala também como a gente deve cuidar da nossa saúde porque pode afetar várias coisas em nossa saúde então é bom a gente se cuidar o maxímo que podemos para não nos prejudicar mais tarde!
    fernanda - 22/08/08 14:35

  • Trangênicos
    Em muitos sites, vi escrito:trangênicos, mas em outros, vi escrito: transgênicos. Qual a diferença entre trangênicos e transgênicos? Agradecerei se a resposta vier o mais rápido possível.
    Bruna Nogueira da Costa - 03/08/08 11:33

  • alimentos
    muito interessante
    jenifer - 01/04/08 04:02

  • sobre alimentos tranjenicos

    natanael - 17/03/08 05:47

  • E os venenos...
    E terminando o comentário abaixo... "faz mal pra quem vende os venenos.." Que são os mesmos que vendem a soja transgênica. Quer dizer, dá no mesmo. Em compensação você fica ainda mais sujeito as vontades da multinacional Monsanto que faz tanto o herbicida quanto a soja transgênica.. e sem poder vender para o mercado Europeu e Chinês!
    Adam - 10/07/07 19:31

  • transgenicos
    primeiramente sou totalmente contra o que falam sobre os trangenicos.... pois como que um alimento que vai dez veses menos veneno pode ser mais toxico que os convencionais....isso é um absurdo... (logico que faz mal mas faz mal e pra quem vende os venenos utilizados no combate de pragas dos alimentos convencionais).... e tenho dito
    ana paula - 05/06/07 03:05

  • Transgenicos
    Acho q os transgenicos ñ aumenta a produtividade. Isso é apenas marketing para vender o glifosate.
    Conrado de Castro Alves - 12/04/07 13:52

  • soja
    eu e o meu colega gabriel adoramos essi trabalho sobre a soja achamos muito interessante nota 10
    guilherme e gabriel - 05/04/07 10:37

  • Tenho medo dos transgênicos!
    Ainda não temos "nem idéia" dos malefícios que a soja trangênica pode nos proporcionar. Já que se torna mais resistente à herbicídas, por consequencia ingerimos maior quantidade de produtos tóxicos, o que com certeza trará grandes complicações para todas as criaturas do nosso planeta!
    Eliane Maria - 01/04/07 10:08

  • sou contra os transgênicos
    Eles fazem mal á saúde e causa danos o meio ambiente. Diga NÃO aos transgênicos
    célia - 24/03/07 06:32

  • trangenicos
    na minha opinião os trangenico deve ser evitados, pois eles podem trazer muitos prejuizos a nossa saúde. alé disso nós não podemos ficar brincando de Deus com a natureza. os trangenicos só iram beneficiar os grandes agricultores que só querem saber de dinheiro não se importando com a nossa saúde. alé disso os pequenos agricultores não vão ter acesso aos trangenicos e vão ter que conpetir com os grandes que vão usar as sementes trangenicas, causando assim um enorme prejuizo para os pequenos agricultores.
    kelvyn - 06/12/06 10:48

  • northern e southern analises
    O Northern Blot é uma técnica usada na pesquisa em biologia molecular para estudar a expressão gênica, ou seja, verificar se um determinado gene de um genoma é ou não transcrito em RNA e quantificar isso. Essa técnica tem tal nome devido à similaridade de seu procedimento com o Southern blot (batizada pelo biólogo britânico Edwin Southern; com a diferença chave de que, em vez de DNA, a substância analizada por eletroforese com uma sonda hibridizadora é RNA). Uma diferença no procedimento (quando comparada com o Southern blot)é a adição de formaldeído no gel de agarose, que funciona como um desnaturante. Como no Southern blot, a sonda hibridizadora pode ser feita de DNA ou RNA. Uma variação do procedimento conhecida como Northern blot reverso era ocasionalmente usada. Nesse procedimento, o ácido nucléico (que era fixado à membrana) era uma coleção de fragmentos de DNA isolados, e a sonda era RNA extraído de um tecido e marcado radioativamente. Técnica(s) similar(es) O uso de microarranjos (do inglês microarray) de DNA, que começou a se espalhar no final da década de 1990 e no início da de 2000, utiliza técnica mais similar ao procedimento reverso, que envolve o uso de fragmentos de DNA isolados fixos a um substrato, e a hibridização com uma sonda feita de RNA celular. Então o procedimento reverso , apesar de originalmente incomum, possibilitou o estudo simultâneo da expressão gênica de vários genes, usando a análise do Northern melhorada para a determinação do perfil de expressão, no qual muitos (quase todos) dos genes em um organismo podem ter suas expressões monitoradas.
    edmond - 10/11/06 10:28

  • biotecnologia
    quiero saber el significado de biotecnologia
    victoria carando - 07/11/06 05:48

  • soja trangenica
    ola, sou estudante do ensino medio, estou fazendo um seminario sobre a soja...gostaria que voces me ajudassem principalmente sobre o aspecto da soja trangenica. Se puderem me enviar arquivos com informações sobre o assunto, ou outro em geral sobre a soja eu ficaria muito grato ja que o site tem muitas coisas sobre a agricultura em geral, aguardo uma ajuda!!! OBRIGADO< lucas Guerra lucao_guerra@yahoo.com.br
    lucas guerra - 12/10/06 05:02

  • tranjenicos
    no mundo q nos vivemos hoje precisamos de tecnologia em alimentos em varios produtos.Mas com tranjenicos a situacao é diferente podem causar danos a saúde e varias reacoes alergicas .A evolucao e importante mas nao podemos por em risco a vida humana.Por isso q eu sou contra nao a evolucao mas o perigo q os tranjenicos podem causar...
    ramone oliveira - 11/10/06 02:33

  • gostei! sou contra á esses produtos
    gostei também sou contra pois esses produtos podem causar transtornos ao meio ambiente e a´nos mesmo não sabemos realmenteaté onde esses produtos podem fazer mal a nossa saúde.
    rahaella gomes - 06/10/06 11:37

  • Dúvida impotante!!!
    Eu gostaria de saber em que consiste a Análise de "Southern" e de "Nouthern"? Desde já agradeço!!!
    Aquilino - 04/10/06 07:36

  • trangenicos
    Estou fazendo minha monografia da faculdade sobre trangenicos, e gostaria de informações para acrescentar, principalmente sobre a economia. obrigada
    Aline - 03/10/06 09:26

  • transgenicos
    eu so tenho perguntas: todos sabemos que a evolucao esta no presente, estara no futuro e esteve no passado desde o comeco do mundo, em todas as especies que existem, que existiram e que ainda vao existir. se modificarmos a genetica de um certo tipo de alimento para que ela possa ter uma protecao contra as pragas isso fara com que boa parte das pragas morram. mas o problema eh... e as que conseguirem sobreviver ( selecao natural)? nao vao reproduzir pragas mais resistentes? podera os transgenicos criar uma super-praga?
    aparecido - 11/06/06 08:54

  • transgenicos
    bem achei interessanti a forma com que foi apresentada. pois um assunto dessa escala nao poderia ter uma inportanciatao pequena aqui no brasil em relacao aos paises eurpopeus.
    ranieri silva - 02/06/06 20:39

  • hoje
    Há um equívoco comum nas discussões sobre soja transgênica, que é o de se concluir que esta (por ser resistente ao herbicida glifosato) deverá conter resíduo de herbicidas e a soja convencional não. Acontece que a soja convencional já é naturalmente resistente/tolerante a vários outros herbicidas, como o clorimuron-ethil, trifluralina, alachlor, bentazon, cyanazine, fomesafen, imazaquin, imazethapyr, lactofen, metolachlor, etc, etc... Que são aplicados em larga escala nos cultivos do país. Ou seja, a soja que se consome hoje no mundo já contém resíduos de agrotóxicos/herbicidas, independentemente de ser transgênica ou convencional. O que se espera é que esses resíduos estejam dentro dos limites máximos permitidos pela Anvisa. Se você quer ter certeza de que está consumindo um produto sem agrotóxicos, deverá buscar os produtos rotulados como "orgânicos", cujo processo de produção prevê outras práticas de controle de ervas daninhas e de reposição de minerais que não envolvam o uso de produtos químicos. Infelizmente, a imensa maioria dos grãos e cereais produzidos no mundo não são orgânicos. Além disso, os produtos que são orgânicos tendem a custar mais do que os convencionais. Ou seja, não são produtos "populares". Enfim, se os transgênicos fossem proibidos, isso não significa que estaríamos consumindo produtos "mais saudáveis" do ponto de vista toxicológico. A propósito, é provável que a média das sojas convencionais contenha mais resíduos de herbicidas, pois os herbicidas utilizados para o controle de ervas daninhas em pós emergência na soja convencional estão em uso há mais tempo no mercado e, por isso, devem já ter gerado alguma resistência nas ervas daninhas, demandando maior dose para controle.
    Juca - 15/05/06 12:38

  • E amanhã?
    Hoje não temos idéia dos benefícios e malefícios que a soja trangênica pode nos proporcionar. Já que se torna mais resistente à herbicídas, por consequencia ingerimos maior quantidade de produtos tóxicos, o que sem dúvida, trará grandes complicações orgânicas.
    Guisleyne Darc - 30/04/06 11:12

  • SOJA RR
    ESTOU A ESPERA DE BONS COMENTARIOS SOBRE O ASSUNTO, POIS ATÉ AGORA NÃO ADOTEI NENHUMA POSIÇÃO EM RELAÇÃO A SOJA RR.
    Gilberto Ferreira Dos Santos - 23/03/06 11:26

  • opnião
    sou a favor de qualquer ação para igualar custos para todos produtores mundias
    gilberto - 27/02/06 11:20

  • sou contra aos produtos trangenicos
    eles fazem muito mal a saúde e ao meio ambiente!!!!!!!!!!!!!!!! diga não aos trangenicos.
    kárita vilela assis - 15/02/06 19:38

  • uma boa apresentação?
    UMA BOA REPRESENTAÇÃO SOBRE O ASSUNTO MUITO BOA SUA VERSÃO.!!! MUITO BOM MESMO O QUE FIZERAM!!! ASS:JÚNIOR S.MARINHO F.
    JÚNIOR S. MARINHO F. - 07/11/05 05:31

  • por que soja transgênica
    A soja transgênica tá acabando com a organica?quem sabe será?
    critian florêncio loronha - 07/11/05 03:39

  • os beneficios que a soja trangenica possa trazer para saude humana
    preciso saber tudo sobre o assunto, pois meu projeto de pesquisa é sobre esse tema e ainda não consegui cotear dados suficientes para a realização do mesmo. sou academica de enfermagem da faculdade são lucas de porto velho Ro obrigada espero anciosa a a resposta.. beijos clau..
    claudiane - 28/10/05 02:03

  • e o q q a monsanto tem a ver com isso?
    "Por que uma empresa Norte-Americana teria tanto interesse em tornar seu principal concorrente de seu país(Estados Unidos)na exportação de soja (Brasil) tão competitivo?" Respondo com outra pergunta: "E por quê você acha que a Monsanto deveria se preocupar com isso?" Pois se tivesse que se levar este tipo de questão em conta, jamais teria vindo para o Brasil vender o seu roundup. Ou você acha que os agricultores do Brasil não obtiveram um grande diferencial de competitividade à medida que o glifosato/roundup facilitou a expansão do plantio direto por quase todo o país??? Ou será que o plantio direto também é ruim para os brasileiros???? O único e legítimo interesse da Monsanto, nesta estória da soja transgênica, é lucrar com os royalties do invento que ela criou. Quer melhor razão? Por isso ela quer que o Brasil plante, a Argentina, os Eua, o Paraguai... E os agricultores só querem ter o direito de escolher o que plantar e que herbicidas usar. Afinal, quem tem que pagar contas, deve saber melhor que ninguém como o que fazer, não é? A propósito: comparar a produtividade de soja do RS com a de Mato Grosso não tem valor estatístico nenhum. O milho plantado nos dois estados não é transgÊnico e a produtividade dos matogrossenses é também muito mais elevada. Pode conferir.
    joão - 30/03/05 19:00

  • Soja Transgênica
    SOU CONTRA A SOJA TRANSGÊNICA!!!!!!!!!!!!!
    Anderson - 29/03/05 03:34

  • Transgênicos
    A spja transgênica não traz maior produtividade para o agricultor, ela apenas torna a soja, mais resistente ao herbicida Roundup Ready (produzido pela Monsanto, empresa que detém a patente da soja transgênica). O Brasil vem ocupando lacunas deixadas no mercado pelos Estados Unidos e Argentina, que tem cerca de 81% e 90% da sua plantação de soja sendo trangênica. Grandes consumidores mundiais, como a União Européia, China e Japão tem legislações muito rígidas contra os alimentos geneticamente modificados, além de contar com o apoio da população. O falso " grande lucro" obtido pelos produtores do Rio Grande do Sul, não se deve ao aumento de produtividade, pois a produtividade média da região foi de 2,54 toneladas/hectare, enquanto do Mato Grosso foi quase 3. Tão pouco a redução dos custos com herbicidas, mas sim ao fato de que a soja transgênica utilizada no plantio foi oriunda de contrabando pela Argentina, isso, aliado ao fator de que a Monsanto só irá cobrar Royaltiere a partir do quinto ano, deram este "falso lucro". O Brasil vem ganhando mercado pela qualidade de seu produto e, isto é nossa única vantagem sobre o nosso maior concorrente, os Estados Unidos. Uma vez que nossos produtore pagam uma carga pesada de impostos e de juros pelo financiamento, enquanto os produtores de lá recebem substanciais subsídios do governo, além de uma enorme proteção de mercado. A solução para o Brasil, não é a soja transgênica, mas sim os investimentos, em infra-estrutura e transportes, pois este é muito ineficiente, principalmente devido ao péssimo estado de conservação de nossas rodovias, sendo o frete um enorme custo para o produtor. Assim como investimentos em técnicas de plantio e tecnologia, uma vez que o país desperdiça 5% de sua produção, enquanto os índices aceitáveis nos EUA não passam de 1%. Mas a pergunta que não pode deixar de ser feita é a seguinte; "Por que uma empresa Norte-Americana teria tanto interesse em tornar seu principal concorrente de seu país(Estados Unidos)na exportação de soja (Brasil) tão competitivo?" Por esses motivo a soja trangênica não deve ser cultivada no Brasil,pois não traz vantagem econômica, isso sem contar na Lei de Biossegurança, que parece ter sido ignorada não só pela Monsanto, como pelo nosso Governo com essa Medida Provisória.
    frederico viana de araujo - 27/03/05 09:09

  • a super produção de soja
    Gostaria de deixar um comentario p/ reflexão embasado na crise de super produção do café e enfatizar que o governo e agricultores estão estimulados com os resultados atingidos com a produção da soja tranjenica, assim fazendo investimentos pesados com relação a esse produto. Não sou contra a soja tranjenica somente acredito que como esse produto bateu record em produção e exportação e teve grande influencia no PIB penso que o país deveria buscar investir em algo alternativo... e em outros produtos como exemplo industrializados e não só materia-prima...
    Alexsandro - 22/03/05 20:27

  • Soja Transgênica
    Olá..eu sou uma estudante so segundo ano do ensino médio..estamos abordando o assunto :Soja Transgênica! muitoo falado no momento.. Mas até agora só vimos os aspectos negativos..gostaria de me informar mais sobre os dois lados:porós e contras!..Quem puder me ajudar..me mande um e-mail! Grata Nayara Merss
    Nayara Merss - 21/02/05 22:54

  • Seu Artigo
    Prezado Sr. Marcos Jansen, Seu artigo, escrito em 2002, demonstra ser um bom texto, com uma idéia inovadora e que foge dos batidos "bordões" do debate dos pró e dos contra transgênicos, assunto que tenho particular interesse. Revisando seus outros artigos, entende-se claramente sua idéia e se vê a consistência de seus argumentos, pois é bem verdade: se você tem um produto diferenciado, não adianta ficar parado esperando que alguém "te compre", é preciso criar os meios para qualificar esse produto e fazê-lo interessante aos olhos de quem compra. Quanto à soja, transgênica ou convencional, com dados de hoje em dia, pode-se afirmar com bastante segurança que não houve a "descomoditização" do produto. Ou seja, em grandes lotes, ela continua tendo um preço único no mercado externo. Não é difícil imaginar por que isso ocorre, a questão é basicamente de logística. Um navio que pega aí 50 - 60 mil toneladas, às vezes necessita completar a carga em mais de um porto. Ao descarregar, despejará rapidamente em silos que estiverem disponíveis, pois a espera para embarque ou desembarque custa caro e acaba se refletindo no custo do frete ou no ágio ou deságio do produto. O estado do Paraná, por exemplo, que adotou uma política de governo pró-ativa em termos de tentantiva de valorização de sua soja, não consegue obter melhores preços pela soja exportada em Paraguá. Aliás, na página do Min. da Indústria e Comércio pode-se verificar no sistem de consultas de comércio exterior, que a soja exportada por aquele porto recebeu preços inferiore aos de Rio Grande e Santos, seus maiores "concorrentes". Talvez a burocracia do porto e as dificuldades de embarque estejam sendo os fatores que realmente influenciam no preço recebido, demonstrando como soja ainda é uma commodity, ou seja, um produto indiferenciado. Todavia, tenho encontrado relatos de exportações de soja com garantia de pureza de produto não transgênico, com preços realmente animadores. O problema é que são pequenos lotes, exportados até mesmo em conteiners. Uma boa oportunidade, portanto, para cooperativas de pequenos produtores, que podem agregar ainda mais valor, caso certifiquem o produto como "orgânico". Em vez de acabar com os pequenos agricultores como muitos falam, a entrada dos trangênicos cria oportunidades para os pequenos, pois se em larga escala o que vale são os custos de produção, o menor preço e a uniformidade, sempre haverá quem pague preços diferenciados por produtos "diferenciados", como um produto não-transgênico. Ainda que Dr. Varela fizesse uma campanha pró-transgênicos, o preconceito continuará por anos, talvez décadas contra esses produtos. Veja o caso da carne de porco,já ouvi dizer que era ruim para o coração, depois mudaram dizendo que há cortes mais saudáveis que os de boi, depois disseram que era ruim de novo, depois boa..... eu por dúvida, não exagero quando como carne suína... Obs: seu outro artigo, o da cachaça, também está fazendo o maior sucesso! pelo que vi, tem muita gente procurando informações de como se associarem para poder exportar seus produtos. Um típico caso em que o poder público poderia dar uma mãozinha, não? Um site eletrônico onde essa gente pudesse se informar e se articular poderia fazer grande sucesso! Um abraço, e obrigado por estimular o saudável debate! Leonardo
    leonardo martins - 06/01/05 09:03

  • Comentários sobre comentários
    Fui agradavelmente surpreendido por uma enxurrada de comentários sobre este texto. Foi escrito em 2002, acho que no princípio do ano. Numa das versões, creio que a publicada no jornal O Tempo, de Minas Gerais, dizia que a PESQUISA sobre transgênicos deveria ser continuada e até incrementada. Não se pode enfiar a cabeça no buraco com medo das novidades. Hoje eu trataria o assunto de outra maneira. Naquele momento foi uma opinião restrita aos aspectos de mercado. Estávamos conseguindo vender, como nunca, o que sabíamos produzir. Em vendas não se altera time que ganha. O marketing, questionador por excelência, procura sempre outras opções, baseado nas mudanças do mercado. Se nós mudamos, o mercado muda também. Naquela época era assunto polêmico e muito mal "vendido" pelos pesquisadores, com pouca visão de mercado. O consumidor precisa entender as razões. Não adianta jogar termos técnicos e achar que ele tem que aceitar. Seria muito fácil... Se o assunto é tecnicamente difícil, e é, há que se buscar maneiras de traduzi-lo para o consumidor. Uma forma comum é reverberar o assunto através de pessoas ou entidades com credibilidade. O consumidor acredita e assume a defesa. É muito usado no merchandising nas novelas da TV: um ídolo dos jovens, por exemplo, escolhe um determinado produto e seus fãs vão seguí-lo. Isto não tem sido feito com transgênicos. Para exemplificar: Se o Dr. Dráuzio Varela, autor de Carandiru, argumentasse sobre a segurança e as vantagens dos transgênicos, rapidamente milhares de pessoas passariam a defender seu uso. Ele tem credibilidade. Minha intenção ao escrever este artigo foi focar a produção de soja no que estávamos habituados a fazer, para termos volume e aproveitarmos o ligeiro acréscimo de preço na soja não transgênica, mas sem desprezar a pesquisa. O mercado muda e não poderíamos correr o risco de desconhecermos a tecnologia, prevendo mudanças no mercado. Escolhi o agronline.com.br por ser o site mais organizado no trato dos assuntos do agronegócio. Vocês já experimentaram imprimir um artigo? Ele acrescenta o modo como deve ser tratado o autor, um respeito aos direitos autorais, seleciona os mais lidos e permite debates como esse que aproxima posições divergentes. Lí hoje preciosas contribuições vindas de pessoas, desde os curiosos como outros altamente conhecedores do assunto como o Leonardo Martins, para citar somente um. Como desde julho me desliguei da Secretaria de Agricultura, só hoje fiz uma releitura das matérias e encontrei os comentários. Agradeço a atenção e peço que continuem a se aprofundar no assunto. Não tenho competência para expandir mais a matéria pois meus limites são os assuntos referentes aos aspectos econômicos e de marketing. Obrigado.
    Marcos Garcia Jansen - 30/12/04 11:09

  • Transgênicos
    Tantas pesquisas, tantas contradições, porque não deixam os consumidores decidirem o que querem, afinal, é a lei da "oferta e procura".
    Adriano A. Lang - 09/12/04 18:44

  • BALANÇA COMERCIAL
    E A NOSSA BALANÇA COMERCIAL É FAVORAVEL OU NÃO, AS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS
    THYERINA SILVA QUEIROZ - 09/12/04 15:44

  • Testes de Biossegurança de OGMs
    Não são poucas as questões sobre os transgênicos. Contudo, esse ambiente carregado de dúvidas e incertezas não surpreende, dado o instigante empenho e ferocidade das organizações não governamentais que atuam no Brasil, "experts" em divulgar factóides e opiniões de impacto contra a tecnologia, pouco ou nada baseadas em pressupostos realmente científicos. Vários "cientistas" e ONGs ganham a vida repetindo uma balela repetitiva e totalmente globalizada de argumentos sobre os perigos iminentes do uso dos transgênicos. Arvorando-se de defensores da sociedade e, principalmente, dos indefesos e frágeis pequenos agricultores brasileiros, vendem livros,participam de seminários ganhando altos cachês e conquistam novas levas de apavorados associados. Um discursinho mixuruca, mas que encontra ouvidos e ávido interesse de platéias leigas. O pior é que entre os ouvintes,encontram-se confusos políticos e tomadores de decisão, que acabam ficando em situação extremamente desconfortáveis para tomar qualquer passo seguro para regulamentação das questões de biotecnologia e biossegurança. A falta de regulamentos é interessantíssima: a concorrência agradece! Concorrência, no caso, deve ser entendida como a dos países e empresas multinacionais que avançam a passos largos em investimentos e descobertas científicas na área biotecnológica, enquanto no eterno gigante adormecido, chamado Brasil, não se tem visão estratégica suficiente para se perceber que o momento é propício aos inovadores. Mais uma vez, uma janela de oportunidade se abre na nossa cara, mas, pelo andar da carruagem (experimentos impedidos pelo Ibama, especialistas em fuga para países desenvolvidos com ambiente mais seguro para pesquisa, investimentos cancelados ou transferidos para países vizinhos, etc, etc, etc), mais uma vez, como aconteceu na época da informática, perderemos, abestalhadamente, o passo. A janela se fechará, e o Brasil dará um passo firme em rumo à consolidação de seu subdesenvolvimento tecnológico. Tudo bem, dirão os ambientalistas europeus, ávidos por ajudar nosso povo: pelo menos será um subdesenvolvimento "SUSTENTÁVEL", "SOBERANO", não-globalizado, e nossos agricultores não estarão nas mãos das malditas e perversas multinacionais (dos países deles mesmos, por sinal)... Apesar de a imensa maioria dos cientistas da área, organizações sérias como a FAO, a OMS, a União Européia, o Ministério da Saúde, a CTNBio, o FDA, etc, etc, afirmarem que é muito IMPROVÁVEL que haja efeitos danosos à saúde ou ao meio-ambiente, em decorrência do uso dos OGMs já testados e liberados para uso e consumo, a impressão que nos passam as ONGs é a de que é um risco concreto em consumir OGMs. Inventam mentiras, contam meias verdades, divulgam resultados de pesquisa com pouco ou nenhum rigor científico. Tudo vale para criar o ambiente de terror. A Senadora Heloísa Helena chegou a berrar aos seus colegas senadores, convictamente, que os OGMs "causavam câncer"!!! Onde será que a excelentíssima representante do povo ouviu semelhante asneira?? Na verdade, todo o processo de produção de um alimento transgênico obedece a uma série de passos, controlados de forma rigorosa pela CTNBio.Abaixo, uma pequena relação dos testes exigidos, no Brasil, para projetos de pesquisa e liberação comercial de OGMs: A empresa forma uma comissão interna de biossegurança. O comitê deve atender a uma série de exigências para obter o Certificado de Qualidade de Biossegurança (CAB), emitido pela CTNBio e que libera para pesquisas em laboratórios e casas de vegetação, no nível de Risco 1, considerado baixo. No caso da Embrapa, cada centro de pesquisa tem que ter um Certificado. Hoje, dez unidades têm o CAB. Quando a pesquisa chega na fase de campo, há necessidade de autorização da CTNBio para cada etapa de avanço. A Empresa tem de atender às exigências de instrução Normativa da CTNBio, que consta de mais de 40 questões sobre as características da planta, do gene inserido, do mbiente,onde será liberada, etc. Estas informações são utilizadas pela comissão para analisar o risco do experimento. A CTNBio passa a acompanhar toda pesquisa, realizando monitoramento, inclusive da última etapa, e testes de segurança alimentar, em laboratórios especializados. (A Embrapa está se capacitando para ter laboratórios credenciados para desenvolver tais estudos no Brasil.) 3.4) – EXIGÊNCIAS PARA SATISFAZER A SEGURANÇA: Estes são requerimentos básicos internacionalmente exigidos para a segurança alimentar de uma planta transgênica e sua respectiva liberação para o consumo: Liberação no meio ambiente: Ø Informações gerais: nome e endereço dos pesquisadores e título do projeto; Ø Nome da planta; Ø Informações sobre a modificação genética; Ø Descrição do método; Ø Descrição do vetor; Ø Tamanho, função e fonte do vetor. Informação sobre a planta geneticamente modificada: Ø Descrição da característica; Ø Tamanho e estrutura de inserção(seqüência); Ø Análise de “Southern”; Ø Análise de “Nouthern”; Ø Localização da inserção; Ø Número de cópias do gene inserido; Ø Caracterização da expressão do gene inserido; Ø Local da planta onde o gene está se expressando; Ø Diferenças na reprodução; Ø Diferenças na disseminação; Ø Diferenças na sobrevivência. Análise genética: Ø Estabilidade (R0, R2, R3, R4 e R5); Ø Estudos de cruzamentos “outerossing”; Ø Toxidez ou efeitos danosos para humanos. Regulamentação como alimento: Ø Alergenicidade; Ø Fonte do gene alergênico; Ø Seqüência de aminoácidos e similaridade com proteínas alergênicas conhecidas; Ø Estabilidade para a digestão e processamento; Ø Comparação com proteínas endógenas(imunoblots); Ø Prevalência nos alimentos; Equivalência nutricional: Ø Estudos em gado leiteiro; Ø Estudos em ratos; Ø Estudos em alimentação após o processamento (fervura); Ø Estudos em peixes; Ø Análise da composição; Ø Toxidez aguda; Ø Toxidez subaguda; Ø Toxidez crônica; Ø Toxidez reprodutiva; Ø Mutagenicidade; Ø Carcinogenicidade.
    Leonardo Martins - 23/11/04 18:56

  • analise complementar sobre a soja
    Como estudante do curso de agronomia todo fato que diz respeito a soja transgenica merece destaque,pois cabe a nos entidades de ensino e pesquisa colaborar com estudos para desvendar coisas desconhecidas afim de dar um respaldo a sociedade que aguarda conclusões sobre os OGMs. Portanto, todo fato relacionado a transgenico deverá ser respondido com muita cautela.
    Helder - 23/11/04 15:08

  • Transgênicos
    adorei o artigo da soja transgênica neste site... axo mto importante debatermos algo polêmico atualmente...axo q a primeira coisa certa q o LULA fez até hj foi assinar a MP da soja transgênica... sou a favor...
    Ana - 20/11/04 18:51

  • trangênicos
    Eu sou a favor dos trangênicos!!!!!!!!!!!!
    luciene - 17/11/04 15:09

  • Trangênicos
    Eu sou a favor do Trangênico!!!!!
    Oziel - 16/11/04 12:22

  • Trangenicos
    Meu nome é Mikael Eu não sou a favor dos tragenicos porcausa que prerdemos uma boa parte de compras dos japoneses utimamente. Mas futuramente sera que compensara???????
    Mikael - 24/10/04 10:30

  • se não compram, por quê ainda plantam?
    Engraçado como uma instituição que não entende nada de economia e mercados, como o Greenpeace, inventa essa baita lorota de que os grandes compradores "não querem soja transgênica" e todo mundo sai repetindo sem refletir sobre a possibilidade de verdade dessa afirmação. O pior é que até governadores e ministros tem repetido isso, demonstrando que são também pessimamente assessorados por suas equipes técnicas. Ora, se a Europa não compra, a China não compra, então quem compra??? Se a área de transgênicos cresce a taxas superiores a 10% ao ano no mundo, o que estão fazendo com toda a soja, milho, algodão, colza e outras culturas transgêncicas produzidas? Quem sabe estão queimando, como tem a audácia de sugerir o Greenpeace para as cerca de 15 milhões de toneladas de soja transgênica que já são produzidas no Brasil... Para uma simples informação, para esquentar o debate, metade das importações de soja da Europa são provenientes dos EUA e da Argentina, e a soja desses lugares é predominantemente transgênica! É verdade que o Brasil aumentou sua participação no mercado europeu nos últimos anos, mas isso pouco ou nada tem a ver com o fato de nossa soja ser convencional ou transgênica. O grande motivo é que tivemos uma grande desvalorização cambial, que tornou nosso produto extremamente competitivo em preços, além de que somos uma das últimas fronteiras agrícolas em expansão. Os EUA tendem a exportar cada vez menos soja, pois sua área agrícola não se expande há anos e o mercado interno norte-americano continua em expansão. É simples questão de matemática. Apenas o Brasil terá excedentes exportáveis para atender a crescente demanda mundial de soja. Mesmo a Argentina já incorporou praticamente toda a área agrícola viável de que dispunha. Voltando à alegação de que os gringos não compram soja transgênica, pelo que se sabe, o Rio Grande do Sul jamais teve qualquer problema para exportar a soja quase 100% trangênica que produz, a não ser quando a China, por questões de preço, alegou ter encontrado vestígios de fungicidas nas sementes (o que não tem nada a ver com sua característica transgênica ou não). Além disso, se o Greenpeace entendesse um mínimo de economia para merecer credibilidade em seus comentários econômicos, deveria saber que se produzir soja convencional fosse mais negócio (mais lucrativa), os agricultores não estariam doidos para plantar as variedades transgênicas. Vejam bem, a rápida e massiva adoção da soja transgênica no RS tem se dado apesar dos riscos da ilegalidade e sem qualquer campanha de marketing pela Monsanto (seria ilegal também). Será que os agricultores são tão tolos assim, a ponto de se enganar sobre as vantagens da soja transgênica desde 1998? Ou será que os 25% de economia nos custos de produção superam qualquer hipotético preço adicional que estaria sendo pago pela soja não transgênica? Outro dia havia notícia que uma cooperativa de Três de Maio estava remunerando os agricultores em 1,5 reais por saca de soja convencional entregue,para exportaçaõ à Europa. Ora, isso representa pouco mais de 4% de ágio, não me parece grande vantagem, comparada à possível reduçaõ de custos. Outra coisa que ninguém se toca é que a Europa pouco consome de soja propriamente dita. Quase tudo vira óleo e ração para animais. Então, o que o Greenpeace quer é que permaneçamos como eternos fornecedores de commodities aos gringos? Por quê será que não questionam as barreiras européias aos nossos derivados de animais (carnes, lácteos) ??? Para uma Sadia ou Perdigão, seria muito fácil fazer contratos com agricultores brasileiros para receber soja e milho não transgênicos e, dessa forma, produzir carnes e outros derivados com certificado "GMO - Free". O problema, é que não nos deixam entrar com nossas carnes e derivados de animais na Europa, por mais "verdes" que sejam. O que o Greenpeace deveria entender, se realmente pensasse no agricultor brasileiro, é que o nosso problema são as barreiras comerciais impostas pela Europa e não se produzimos soja transgênica ou convencional. Isso é fugir do assunto. Agora, se a Europa pagar um preço que realmente compense o adicional de custos de produção da soja convencional, com certeza nossos versáteis agricultores não terão menor problema em atendê-los, na quantidade que quiserem consumir... Quanto ao colega que colocou o dilema da substituição das áres de feijão por soja transgênica, será que a resposta não está nos próprios conceitos econômicos? Digo, se houver escassez de feijão no mercado, deverão aparecer muitos agricultores interessados em produzir feijão. A gangorra nos preços de produtos agrícolas é natural.
    Leonardo Martins - 20/10/04 11:45

  • Soja - Seu comentário
    Na outra ponta, os grandes compradores não querem soja transgênica. E o Brasil que, sem querer, sem planejar, por omissão (bendita seja...) continuou plantando à moda antiga, mas com maior produtividade, tem sido procurado para que venda soja natural. A China proibiu recentemente a entrada da soja transgênica. A União Européia também não a quer. ?????? Porquei se insiste em produzó-la.????
    Raul P.Torreira - 14/10/04 21:38

  • Por que ainda não foi legalizada a soja transgenica.
    Assunto: Por que ainda não foi legalizada a soja transgênica. Tenho uma pergunta, se isso e bom para os agricultores e para o pais, então por que tantos impedimentos para essa liberação. Tenho uma hipótese e gostaria que me corrigissem e me esclarecessem está questão, pois li alguns artigos dizendo que alguns agricultores estavam trocando o plantio de feijão pela soja, me leva a pensar que se o Governo fizesse essa liberação essa troca poderia aumentar não só com o feijão mas com alguns outros produtos, no caso do feijão, se isso ocorresse diminuiria sua oferta e preço poderia se elevar, tendo em vista que o feijão e um alimento direto no consumo dos brasileiros e teríamos um aumento na oferta de soja que também poderia tender a uma queda no preço. Ai vem a pergunta, será que esse atravamento da soja é político econômico ou realmente tem haver com os ricos ainda não comprovados dos alimentos genéticamente modificados . Aquardo se possível uma resposta para essa duvida, pois faz parte de um projeto de pesquisa que estou fazendo para o curso de economia. Grato Alessandro Rosa 6° período de Economia da Universidade de Sorocaba Aleeconomi@bol.com.br
    Alessandro Rosaa - 13/10/04 12:19

  • Por que ainda não foi legalizada a soja trangenica.
    Assunto: Por que ainda não foi legalizada a soja transgênica. Tenho uma pergunta, se isso e bom para os agricultores e para o pais, então por que tantos impedimentos para essa liberação. Tenho uma hipótese e gostaria que me corrigissem e me esclarecessem está questão, pois li alguns artigos dizendo que alguns agricultores estavam trocando o plantio de feijão pela soja, me leva a pensar que se o Governo fizesse essa liberação essa troca poderia aumentar não só com o feijão mas com alguns outros produtos, no caso do feijão, se isso ocorresse diminuiria sua oferta e preço poderia se elevar, tendo em vista que o feijão e um alimento direto no consumo dos brasileiros e teríamos um aumento na oferta de soja que também poderia tender a uma queda no preço. Ai vem a pergunto será que esse atravamento da soja é político econômico ou qual seria o real problema. Aquardo se possível uma resposta para essa duvida, pois faz parte de um projeto de pesquisa que estou fazendo para o curso de economia. Grato Alessandro Rosa 6° período de Economia da Universidade de Sorocaba
    Alessandro Rosa - 11/10/04 12:54

  • Soja transgênica
    Meu nome é Denilson, 5º semestre de Agronomia UFPEL. Antes de tomar partido se somos contra ou a favor de transgênicos, temos que nos embazar em pesquisas científicas, para saber se realmente ocorrem malefícios(escape gênico, contaminação de variedades crioulas, resistência a princípios ativos, causar alguma alergia aos consumidores,impacto ambiental, etc) e benefícios (diminuição do uso de herbicidas, inseticidas, fungicidas e com isso diminuição dos custos, aumento da produtividade e por consequência aumento dos lucros. E também aumento de vitaminas desejáveis.). E com os dados dessas pesquisas fazer um balanço entre os benefícios e malefícios para dar um parecer técnico, liberando ou não esses organismos. Para que isso seja possível, o governo tem que liberar a pesquisa de campo, de modo que empresas como a EMBRAPA venha a realizar essas pesquisas. E se liberado esses organismos, temos que produzir nossas proprias cultivares, de maneira a ficar livre de pagar royalties para as multinacionais, conquistando assim nossa dependência nessa tecnologia.
    Denilson Rodrigues - 31/05/04 12:31

  • Transgênicos
    Meu nome é Edilson, tenho 20 anos e faço o 1º período de engenharia química na uff. O principal motivo da pesquisa de transgênicos foi a de criar uma forma de diminuir através de novas tecnologias, a desnutrição em países. Onde há pouca comida a que se tem disponivel, seja o suficiente para a nutrição através de alimentos enriquecidos com vitaminas e proteínas, como o Índia. Por que que os transgênicos se tornaram um modo de apenas evitar pragas e aumentar a produção? A Índia por exemplo, teve que paralizar suas pesquisas pois as pressões internacionais não queriam que se produzissem um batata com cerca de 30% a mais de proteínas. Mas os EUA produzem transgênicos apenas para melhorar a qualidade e a produção de grãos, enquanto a pesquisa por produtos com maior valor nutritivo é taxado como não apropriado para consumo. Se pensar bem, quando você está resfriado, vai logo compra vitamina c. Em vez disso, porque não a produção de um laranja com um maior teor de vitaminas. Lembrando que as medicações são produzidas para que se possa ingerir uma certa quantidade de substancia em que não se encontraria em uma fruta. Gostaria de receber mais informaões. Obrigado
    Edilson Menezes da Costa - 28/04/04 02:15

  • parentesco
    eu Edson Luiz Feltrin, gostaria de ter contato com Erico Feltrin, pois sou um historiador de Nossa Familia e estou contatanto com todos os Feltrin que encontro. aguardo sua resposta no e-mail edsonluizfeltrin@hotmail.com Todos os Feltrin que faleis somos parentes e sei que com o Sr Erico feltrin nao sera diferente. me escreva
    Edson Luiz Feltrin - 21/02/04 07:25

  • Soja Transgênica
    Oi, Sou Thaisa Vieira, tenho 11 anos, estou na 6° série do Colégio São José. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre o conflito da soja transgênica, quero saber se vocês estão a favor ou contra. Obrigado, Thaisa
    Thaisa Vieira - 13/10/03 07:43

  • Soja transgênica
    Senhores Assunto em discussão, sem no entanto esclarecer as pessoas leigas, como eu, sobre os benefícios ou malefícios do consumo da soja transgênica. Esclareço que sou consumidor de soja, motivo que fico, desde já, grato pelo esclarecimento. Atenciosamente Júlio Luiz Morosini Filho Recife
    Júlio Luiz Morosini Filho - 26/09/03 14:27

  • Oportunidade de negócios da Soja Transgenica.
    Estou no último ano de Comércio Exterior, e estou fazendo meu trabalho de conclusão de curso sobre soja transgenica, e gostaria de saber se vocês tem alguma informação sobre as opornunidade de negócios da soja transgenica no país e porque o governo está estipulando barreiras para a comercialização. obrigado por sua compreenção e aguardo resposta. sds Rodrigo.
    Rodrigo Santos da Cunha - 10/09/03 07:16

  • Re: Soja Transgenica - comentário do Sr. Feltrin
    Caro Sr. Erico Feltrin, Obrigado por seus excelentes comentários. Concordo que devemos pensar também nas questões mercadológicas. O pesquisador, fundamental no futuro da economia, às vezes é pouco pragmático com o presente e o curto prazo. A paixão pela pesquisa, como toda paixão, põe viseiras para o presente... Acertaste na mosca ao mencionar que alguém ganha com a característica não transgênica da nossa soja, e não é o produtor. Vem ocorrendo o mesmo, há anos, com o café. Há uma imensa cadeia do café, até que seja degustado pelo consumidor final, em qualquer lugar do mundo. Quem menos ganha é o produtor. Uma incoerência habitual, o que é uma (outra) incoerência... As grandes corporações, normalmente fora do Brasil, sem produzir um grão, ganham muito. É necessário que o produtor se organize. Um parêntese; Se acontecesse esta organização, seríamos o maior país do mundo. Fácil de ver, difícil, de fazer. Fecha parêntese. O produtor organizado poderia participar desta enorme receita da comercialização. Criar empresas, através de associação de cooperativas, para entrar na comercialização e distribuição do café. Temos que ser mais audaciosas em nos mostrar, como disseste muito bem, mostrando ao mundo rico a qualidade de nossos produtos. Para tal, seria importante uma campanha de propaganda e publicidade dos produtos brasileiros. Deve ser encarado como um investimento impostergável. Quanto à pesquisa: A EMBRAPA, um patrimônio nacional, e outros centros de Pesquisas, têm trabalhado muito com os transgênicos, já a EPAMIG como outros Centros também, estão trabalhando com a soja convencional. Demoramos a descobrir que a agricultura é o nosso negócio, mas hoje, cientes de sua importância em nossa economia, estamos investindo no negócio através da pesquisa. Realmente não pode ocorrer o mesmo que aconteceu na informática. Travamos o desenvolvimento das empresas, milhares de empresas que necessitavam de computadores, mas não podiam comprar pelos altos custos que a proteção de mercado causou... Esta é outra história, mais para fado e tango que para samba. Felizmente, na agricultura estamos procedendo diferente. Continuo achando que, no curto prazo, no presente, devemos continuar produzindo soja não transgênica, e divulgarmos, como disseste, aos quatro ventos nossa soja. No médio e longo prazo as feições do mercado devem mudar e devemos estar preparados para isto, continuando a pesquisar, patenteando nossas descobertas e mantendo-as na geladeira. Mais cedo ou mais tarde, acredito, poderemos surpreender o mundo. Um cordial abraço,
    Marcos Garcia Jansen - 15/07/02 06:31

  • Soja Transgenica
    Prezado Marcos, Muito oportuno seu artigo. Já fui defensor da legalizaçao dos trangenicos no Brasil, mas hoje também acho que precisamos ter mais cautela por questoes marcadologicas. É mesmo verdade que o consumidor europeu prefere nao transgenicos. Muitos supermercados ateh garantem aos seus consumidores que somente irao colocar produtos nas prateleiras que nao tiverem transgenicos em sua composicao. Enquanto isso, o Brasil permanece como um dos maiores produtores agricolas mundiais cuja producao de transgenicos nao eh permitida, mas que, pelo menos ao que parece, somente levou alguma vantagem nesse contexto na safra passada, quando o excedente de milho foi exportado com certa facilidade pelo fato de nao ser transgenico. Já no caso da soja, a situacao parece ser um pouco diferente. Alguém com certeza deve estar ganhando por produzirmos em larga escala um produto diferenciado, mas, ao que tudo indica, o produtor de soja em geral nao estah lucrando nada por isso, visto que recebe apenas o preço internacional da commoditie. Ou seja, as grandes tradings devem estar sendo as maiores beneficiadas, pois sao elas que fazem contratos com grandes compradores asiáticos e europeus e ganham o "plus" que o mercado estiver disposto a pagar. No caso do milho a historia foi diferente porque o preco recebido pelos agricultores eh muito afetado pelo excesso ou escassez de oferta interna, o que nao acontece com os precos recebidos pela soja, cujo determinante eh basicamente o mercado mundial. Por isso, acredito que o Brasil que nao produz transgenico ateh hoje poderia beneficiar-se se houvesse uma campanha/propaganda massiva dos produtos alimenticios brasileiros nos exterior atentando para esse fato. O que eu quero dizer eh que na Europa ninguem eh informado que transgenico no Brasil eh proibido. Na verdade, quase ninguem sabe disso. Se o governo e a iniciativa privada se unissem, poderia-se trabalhar um grande marketing internacional em cima desse fato, fazendo com que as pessoas passassem a procurar produtos do Brasil nas prateleiras devido aa associacao dos mesmos a uma maior qualidade intrinseca. Aposto que essa impressao ficaria marcada por longo tempo na cabeça dos consumidores, ainda que no futuro venhamos a plantar tambem os tais alimentos "frankenstein" legalmente... Para finalizar, somente acrescento que me preocupa o fato de estarmos ficando defasados na pesquisa dessa tecnologia nacionalmente. Temo que no futuro acabemos por sofrer efeitos semelhantes aos causados pela nossa politica de informatica. Portanto, se for pelo menos possivel atenuar esse futuro prejuizo com ganhos de mercado no presente, que seja entao esse um passo consciente em termos de politicas publicas. Atenciosamente, Erico Feltrin Brasilia/DF PS.: parabens pelos seus artigos sobre certificacao e denominacao de origem. Esse eh um assunto ainda pouco debatido no Brasil, mas que deveria merecer maior atencao, tanto da academia quanto da administracao publica e da iniciativa privada.
    Erico Feltrin - 14/07/02 20:26

  • Re: Soja transgênica
    Caro Sr. Cladecir Schenkel, Não considere grosseria o atraso na resposta. Estive fora e, ao retornar os “vírus” estavam dentro. Andei sumido da Internet. Seus comentários são bem-vindos. Tomei conhecimento da matéria a que se refere. Além do Correio do Povo, saiu no O Globo também. Vemos que há muita água para passar debaixo desta ponte. Não podemos nos precipitar. Concordamos que a pesquisa é fundamental na nova agricultura. Nossa convivência em harmonia com o meio ambiente requer atenção dobrada, buscando todas as formas de produzir sem agredir, extrair o máximo da terra e dos animais sem inibir a sustentabilidade. Sobre o mesmo assunto, na Gazeta Mercantil de 26/04/2002, o grande produtor de soja no Mato Grosso, Sr. Blairo Maggi, fez a seguinte referência à produção da soja transgênica: “O Brasil tem a preferência do consumidor europeu, pois aqui não há transgênicos”. Insisto que, devemos sim, continuar a pesquisar a soja transgênica. Este é o papel da pesquisa. O papel do produtor é acompanhar o desenvolvimento das pesquisas e caçar as melhores maneiras de vender seu produto. A principal, segundo as regras do marketing é “atender aos desejos do cliente” e, se O mercado é comprador de soja não transgênica e nós somos os grandes produtores, só devemos mudar quando o mercado mudar (ou, idealmente, um pouco antes). Um cordial abraço,
    Marcos Garcia Jansen - 01/05/02 11:46

  • Soja transgênica
    Sr. Marcos Escrevo para, em primeiro lugar, parabenizar pela interpretação dos fatos. A ênfase dada à introdução da produção transgênica no Brasil, especialmente da soja, quando diversos paises mundo a fora fecham as suas portas aos transgênicos, só pode estar relacionada a um nivelamento dos produtores. Em segundo lugar, o Jornal Correio do Povo, de Porto Alegre, semana passada (não me recordo o dia exatamente), noticiou que a soja transgênica produzida clandestinamente no estado do RS reduziu a produtividade em média de 20%, além de não haver reduzido substancialmente a aplicação de agrotóxicos. Como muitos outros, este me parece mais um modismo, ainda mal explicado para quem for plantar. Ademais, a dependência do produtor em relação às empresas produtoras de insumos, especialmente de sementes, não deverá em nada ser aliviada com os transgêncos. Por que não construimos um projeto autônomo para a agricultura? Saudações. Cladecir Schenkel
    Cladecir Schenkel - 24/04/02 15:26

  • Re: trangenicos
    Caro Sr. Leandro, Obrigado por sua resposta e por ter lido nosso artigo. Temos observado através de relatórios e contatos com técnicos envolvidos com a agricultura, que a comercialização é o grande gargalo. O produtor sabe produzir, mas não tem se envolvido, acredito que por falta de tempo e também porque ninguém pode fazer tudo de tudo, com a parte comercial. Realmente não sou produtor de soja, mas fui criado em fazenda, fui vaqueiro, fiz cerca, plantei milho, já queimei muito mata etc, portanto, entendo a dureza da produção rural. Ative-me simplesmente ao mercado: se há compradores para a soja não transgênica, com preço superior, pois a concorrência é mínima, devemos nos esforçar por atender este mercado. Buscar novos cultivares, ir atrás da pesquisa para novos processos de produção etc. Focar nossos esforços na melhora da produção do produto que o mercado quer. Quando ele mudar, nó mudaremos juntos. Voltar para a produção tradicional... isto será mais complicado. É o velho adágio: não se muda time que está ganhando... Meu cordial abraço, Seus comentários são importantes para direcionar nosso trabalho. Marcos Garcia Jansen
    Marcos Garcia Jansen - 14/03/02 02:05

  • trangenicos
    Saudações Acredito que o Sr: não é produtor de soja e não sabe o que é gasto para produzir uma saca de soja, os agratoxicos á mais usados numa lavoura em prê e pós emergencia para o controle de ervas daninhas, e os custos para um produtor , que têm seus lucros cada ves mais reduzidos graças a produtos usados no controle de ervas.Por isso acredito que você deveria ver os dois lados da moeda antes de dar uma opinião sobre os trangenicos, visto que a soja não é o unico produto produzido e consumido que foi geneticamente modificado. Um abraço e até mais.
    leandro - 13/03/02 21:39

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