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Tecnologia espacial a serviço de Roraima (I)

01/02/2007

:. Do mesmo autor
Desmatamento em Roraima: interpretando dados oficiais

Tecnologia espacial a serviço de Roraima (II)

Desde a constatação da potencialidade de obtenção de dados da superfície terrestre a partir do espaço, a evolução dos satélites de sensoriamento remoto tem sido contínua. O Brasil tem sido pioneiro na utilização desses dados. Vários projetos relacionados ao monitoramento de recursos naturais do país são desenvolvidos com a utilização de tecnologia espacial. Alguns desses projetos têm sido estendidos inclusive para os países vizinhos.

O Estado de Roraima e os demais estados da Amazônia Legal Brasileira contam com imagens de satélites gravadas desde a década de 70. Em função da execução do Projeto PRODES (Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira), pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que teve início em 1989, foi realizado um resgate histórico do desmatamento na Amazônia a partir de 1978. O objetivo principal do PRODES é estimar a taxa anual e a extensão do desmatamento bruto da Amazônia – por Estado e por imagem. Desmatamento é considerado como a conversão de áreas de floresta primária por atividades antrópicas para o desenvolvimento de atividades agropecuárias detectadas por plataformas orbitais. Em outras palavras, o que vêm sendo monitorado e contabilizado pelo PRODES é o corte raso de áreas florestais.

Para o Estado de Roraima, de acordo com os dados divulgados, pode-se inferir que as áreas desmatadas equivalem a menos de 5% do total da área florestal do Estado totalizando, até 2005, aproximadamente 7500 km2. Em relação ao total desmatado no restante da Amazônia, essa área representa pouco mais de 1%.

A análise dos dados de desmatamento por município em Roraima, outro produto fornecido pelo PRODES, demonstra que os municípios de Mucajaí e Cantá apresentam maior extensão de áreas desmatadas, seguidos por Rorainópolis, Caracaraí e Caroebe. Para o período de 2000 a 2004, os municípios do sul do Estado (Caroebe, Rorainópolis, São Luiz e São João da Baliza) foram os que mais desmataram.

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Maristela Ramalho XaudEnvie um email!
Pesquisadora - EMBRAPA/CPAFRR

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